segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O Clima a 4 de Janeiro

Temperaturas de proxies sem árvores
Uma reconstrução de temperatura que não usa árvores mostra um período quente medieval 0,4 ºC mais quente que a temperatura do ano 2000.
E também nesta página, recordes de temperaturas altas até 2003 nos EEUU:
Depois de 1980: 10
Até 1940: 33


Outra vez os Himalaias
Segundo Kotlyakov, a actual área de glaciares de uns 500.000 km2 pode reduzir-se para 100.000 km2 em 2350, com a presente taxa de aquecimento.
O Prof Graham Cogley da Trent University Peterborough Ontario Canada, que analisou a retracção de muitos glaciares, também refuta a asserção do IPCC que os glaciares do Himalaias estão a receder a uma taxa muito mais rápida que em qualquer outra parte do mundo. Uma notícia recente na Science (V 326 13 November 2009, p.924) cita um estudo do Prof Jeffrey Kargel’s (University of Arizona USA) que sugere que muitos glaciares nas montanhas Karakorum (netre a índia e o Paquistão) estabilizaram ou iniciaram um avanço agressivo recentemente.
Nos últimos 100 anos, os glaciares dos Himalaias portaram-se de formas contrastantes. Alguns, como o Sonapani, retraíram-se tanto como 500 m nos últimos 100 anos, enquanto outros como o Kangriz se retraíram apenas uma polegada (aprox. 2,5 cm) no mesmo tempo.
A maioria dos glaciologistas acha, agora, que é a descida de humidade, e não o aumento de temperatura, que é a principal causa da retracção dos glaciares. A retracção da cúpula de gelo do Kilimanjaro (Quénia) é muitas vezes citada como sugestão de aquecimento global, mas um excelente artigo de Kaser et al (2004, Intl J of Climatology) documenta como a geografia específica do Kilimanjaro, em combinação com uma redução gradual da humidade, a nível do meio da troposfera, desde o final do séc. XIX, produziu a redução da cúpula de gelo. Estes autores não consideram o aumento de temperatura como uma causa da redução do gelo no Kilimanjaro.”


Também os Suíssos andam a "pasteurizar" os dados da temperatura


Consenso? Qual consenso?
Mais um, meteorologista doutorado, que não vai nisso.


Desde 1997, furacões diminuem de frequência e intensidade



De um artigo de Pielke et al (Nov. 2005), nos EEUU “observaram-se relativamente poucos grandes furacões nos anos 70, 80 e início dos 90, em comparação com uma actividade considerável durante os anos 40, 50 e início dos 60” (sublinhado meu).
Globalmente, não tem havido aumento da frequência de ciclones tropicais durante, pelo menos, as últimas décadas. Para além da ausência de teoria para mudanças futuras nas frequências das tempestades, os poucos modelos globais são contraditórios.” (sublinhado meu).
As seguradoras têm interesse em que os danos previstos sejam grandes (mais furacões, mais violentos), por forma a cobrarem prémios maiores.


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