terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Verde: um luxo caro


Resolver problemas que não existem sai muito caro. Estamos gagos de dizer isso, mas não há pior que mostrar aos crentes que a crença tem custos elevados e inúteis que não vão querer pagar. Porque a crença lhes dá uma espécie de motivo e objectivo para viverem. 

O custo da energia eléctrica nos UK pode vir a atingir 5.000 libras anuais (5.500 euros, 460 euros/mês) para que o governos dos UK atinja as suas tão verdes como inúteis metas de redução de CO2. Os custos da energia para a indústria pesada previstos para 2020 irão ficar tão elevados que se espera que muitas fechem, resultando em desemprego verde. Na indústria, a factura de energia já atinge os 70% dos custos totais. 

Os funcionários da reguladora Ofgem admitem, em privado, que a análise de custos que publicaram no ano passado subestimaram gravemente os custos da reconversão da produção de energia para o uso de renováveis (agora... olha.) Na sua estimativa, os custos apenas duplicariam (!) até 2020.

A Ofgem diz agora que 11% da conta de electricidade do utilizador final será apenas para pagar os custos da reconversão, mas não tem em atenção outros custos. Entretanto, nos últimos cinco anos, já as contas de electricidade dos Ingleses duplicaram em importância. Desde janeiro de 2008, o custo do gás aumentou 40% e o da electricidade 20%. 

Estas contas já têm cinco taxas "verdes" e irão ser agravadas por ainda mais uma sexta. Em Whitehall tenta avaliar-se se as pessoas podem pagar a factura de "esverdear" os UK. Porque os custos destes delírios verdes são para os que pagam as facturas ao fim do mês, com o pouco dinheiro do trabalho ou da pensão. 

A destruição da civilização ocidental pela fraude do AGAC está em curso. Pachauri e Gore engordam a carteira e agradecem a todos os crentes da religião do Aquecimento Global.

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