sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Como vão os inquéritos


Hoje, alunos da Penn State manifestam-se pela ausência de investigadores de fora na investigação a Mann: a universidade tem interesses em abafar a situação. A segunda fase do inquérito no CRU começa com a demissão de um dos peritos.

Os alunos da Penn State queixam-se também de, no inquérito preliminar, várias acusações terem sido retiradas com base apenas no facto de Mann ter dito que não tinha feito nada de mal.
Entretanto, em Inglaterra, a investigação ao CRU passa também a uma segunda fase, marcada já ontem pela demissão de um dos investigadores: Philip Campbell, editor da Nature.
A demissão foi devida à revelação de que Campbell não era imparcial.
Não só a Nature escreveu um editorial abjecto sobre os e-mails do climategate, mas também Campbell ele próprio fez afirmações recentes na imprensa falada chinesa, de que se transcreve: “Os cientistas não esconderam os dados. Se vir os e-mails, há um ou dois bocados de linguagem que são calão usado entre profissionais que sugerem aos de fora que algo está mal. De facto, o único problema que tem havido são as restrições oficiais à sua possibilidade de disseminar os dados que têm. De outra forma, têem-se portado como um cientista se deve portar.”
Campbell diz que fez estas afirmações de boa fé, baseado no que os media disseram (que ingenuidade para um perito!)

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