segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Frio: Mortalidade de inverno


A mortalidade excessiva no inverno é um fenómeno conhecido. A maior parte dos países têm uma mortalidade de inverno que excede a habitual em 5 a 30%. Metade destas mortes são por causas cérebro e cardiovasculares, e outra metade por causas respiratórias.
A causa parece ser essencialmente o frio, com algumas devidas a infecção gripal.
O estudo mais extenso sobre o assunto, na Europa, data de 2002 e mostra uma relação positiva entre as mortes de inverno prematuras, a temperatura ambiente média de inverno e a precipitação média.
As casas em climas temperados tendem a perder calor depressa, e as pessoas têm dificuldade em aquecer as casas no Inverno. Isto é especialmente verdadeiro em Portugal, Espanha e Irlanda, onde as temperaturas de inverno são relativamente temperadas mas mortalidades de inverno muito altas.


Finlândia, Alemanha e Holanda parecem sofrer muito menos no Inverno.

2 comentários:

Conan disse...

Porra, mortalidade habitual e mortalidade de Inverno?! Mas está tudo maluco?! Desde o princípio dos tempos que se sabe que morre mais gente no Inverno que nas outras estações. Descobriram a pólvora, carago! Que credibilidade merecem os cientistas, agora que se sabe que estes elaboraram a maior vigarice de todos os tempos? Roubaram-nos à descarada, é altura de dizer basta! Quantas destas mortes não se deveram a esta paranóia do aquecimento global? As pessoas estavam convencidas do aquecimento e muitas deixaram de se preocupar com isolamentos e aquecimentos. Conheço várias pessoas que se desfizeram dos seus radiadores a óleo, a pensar no Verão perpétuo que passaríamos a ter.
Qualquer tipo que se afirme cientista deve ser olhado com suspeita. E qualquer estudo do género deste deve ser olhado com muita reserva e, de preferência, deitado imediatamente no lixo. Agora só falta aparecer um paparuco a clamar que vamos mergulhar numa idade do gelo e a culpa é da humanidade, por consumir demasiadas bebidas gaseificadas geladas. Porra, pá, o CO2 está em todas!

Baco disse...

Obrigado pelo comentário!

Bom, nestas coisas não basta achar-se que se sabe, há que provar que é assim. Do que ultimamente tenho lido por aí resulta que há muita afirmação que é questionável, e isso de ambos dos muitos lados :-) da questão. Por exemplo, há que distinguir o que é científico do que é político, financeiro ou activista, discursos em que a prova não é necessária. Perde-se muito tempo a separar o trigo do joio e a ter de voltar atrás quando as fontes se revelam sem credibilidade. É o caso do IPCC e as suas barracadas expostas recentemente.

E sim, há quem ache que vamos entrar numa nova idade do gelo! Aliás, foi assim que veio a ideia de ligar o CO2 às temperaturas! Ao que parece, antes de uma idade do gelo há uma subida rápida de temperatura -- se acreditarmos nos registos do gelo.

Temos de nos lembrar que o AG também tem vantagens, e uma delas é a redução da mortalidade de inverno. A ligada a ondas de calor é uma outra coisa, mesno intensa e menos perigosa e havemos de falar nela aqui (I'm working on it!).