sábado, 3 de abril de 2010

A hora do totalitarismo


Nenhuma pessoa mentalmente saudável quer outra coisa que não seja um ambiente igualmente saudável. É por essa razão, entre outras, que não defecamos no meio da sala de estar.
Tal como a generalidade (para não arriscar dizer totalidade) dos cépticos de graus diversos, tenho um grande interesse pelas protecção do ambiente que, como diz o chavão, nos foi emprestado.
Também eu gosto dos meus filhos (só um, podiam ser mais). Por isso mesmo me compete, tal como a toda a gente que não defeca na sala de estar e gosta dos filhos e dos netos, denunciar o movimento político e financeiro do aquecimento global como a fraude que é, e a séria ameaça para a sobrevivência (e eventual progresso) da humanidade que é.
Defender a teoria político-financeira da redução do carbono é ser um assassino em massa. Um assassino de milhares de milhões, que contribui para que possivelmente, um dia, a população mundial seja de menos de dois mil milhões, como deseja e defende o sinistro dr. Henry Kissinger, nascido na Alemanha em 1923, e promotor de muita coisa execrável.

Recentemente – estou atrasado! – houve essa coisa da Hora da Terra, em que se pretende salvar a Terra desligando o consumo da electricidade.
Nos sítios em que esse consumo foi monitorizado para essa hora não houve nenhuma redução de consumo. Isso não significa necessariamente que ninguém aderiu, mas significa sem dúvida que foi completamente inútil. Tal como vai ser inútil a redução das emissões de carbono, excepto na miséria e morte que vai criar.
De facto, a Hora da Terra não passa de mais uma manifestação da ambição totalitária de grupos ecologistas, como outros Dias De Qualquer Coisa.
Se queremos olhar para um país que deve ser mais um exemplo dos ecologistas (tal como o Ugandaver aqui e também o video -- e o Zimbabwe de Mugabe), e que cumpre a Hora da Terra e o totalitarismo há vários anos, devemos voltar os nossos olhos para a Coreia do Norte:


A Coreia do Norte é aquele buraco ali, onde só há uma luz.
O ecologismo radical, obscurantista, não tem nada de romântico. E não tem lugar para ninguém.
Aquando da queda do Bloco de Leste, a Coreia do Norte deixou de dispor das suas relações privilegiadas: ou seja, petróleo. Petróleo diz gasóleo. Gasóleo diz tractor, debulhadora, enfardadeira, pasto para o gado, e diz gado. Derivados do petróleo diz fertilizantes.
A produção agrícola da Coreia do Norte caiu a pique. A agricultura, que era industrializada e ocupava apenas uma fracção menor (menos de 5%) da população, passou a ser feita com trabalho braçal e a ocupar cerca de 30% da população.
Toda a restante produção foi, claro, ao ar, enquanto a força de trabalho se dirigiu para este trabalho não especializado.
Desde 1995 que se encontra dependente da ajuda internacional. As pessoas estão a morrer de fome. E se não têm para comer, o que têm para a doença?
É este o cenário de um país exemplar no seu avanço para ficar neutro quanto ao carbono. Na essência, para impedirmos o suposto aquecimento global, devemos morrer quase todos.
Fico bastante impressionado como é que os financeiros acham que podem ganhar dinheiro criando uma situação destas a nível global. Mesmo com uma civilização totalitária, de senhores que têm tudo e de escravos iletrados sem comida nem antibióticos, os escravos não podem pagar os impostos para pagar as quotas de carbono de cujo negócio vivem os senhores. Só posso pensar que é mesmo falta de vista ao longe, e que só se vêm os lucros se estiverem perto.
Inimigos da Humanidade, para esta gentinha, é pouco. Haja candeeiros.




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